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O DESTINO DO VOTO E A IMPORTÃNCIA DO QUOCIENTE ELEITORAL - SAIBA MAISFolheto produzido pelo Núcleo de Estudos Sociopolíticos da Arquidiocese de Belo Horizonte em parceria com o Programa de Pós-graduação em Ciências da R BOLETIM no. 6 – Julho
O DESTINO DO NOSSO VOTO
No mês passado refletimos sobre o clientelismo e a corrupção eleitoral, apontando-os como uma ameaça à
democracia. Agora vamos tratar do processo eleitoral propriamente dito. Vamos entrar no assunto fazendo uma pergunta que pode até parecer boba: você sabe qual o destino do seu voto? Muita gente pensa que o voto vai diretamente para o candidato, mas aí existe um "detalhe" ao qual é preciso ficar atento: a apuração dos votos em eleições majoritárias (como de prefeito) é muito diferente da apuração em eleições proporcionais (&eacu te; o caso da eleição de vereadores).
Quando se trata de eleger prefeito municipal, os candidatos disputam uma única vaga, sendo eleito quem obtiver a maioria dos votos, por isso é uma eleição majoritária. Já na eleição de vereadores os candidatos e candidatas disputam várias vagas (municípios menores têm 7 vereadores os maiores podem ter até 51) e por isso é uma eleição proporcional Aqui vem o "detalhe" que precisamos conhecer, para não nos deixarmos enganar por políticos espertalhões.
Para facilitar a compreensão do processo, tomemos como exemplo o município de Belo Horizonte, que em 2004 tinha 1.680.000 eleitores e 41 vereadores. Como 400.000 pessoas se abstiveram de votar ou votaram nulo, foram dados 1.280.000 votos para preencher as vagas na Câmara Municipal: aproximadamente 31.200 votos por vaga. Este é o "detalhe" que determina os eleitos: é o quociente eleitoral. (Como esse número varia de um município para outro, se você quiser conhecer o quociente eleitoral de outros municípios, acesse a página do TSE: www.tse.gov.br/eleiçoes).
Veja no anexo a matéria completa CLIQUE PARA DONWLOAD: odestinodovoto.doc
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